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São Jose dos Campos- SP
Após morte de Guarda Municipal, parque tem segurança em xeque - Alternativa Fm

Polícia

09/09/2016 às 08h20 - Atualizada em 09/09/2016 às 08h20

Após morte de Guarda Municipal, parque tem segurança em xeque

administrador
São Paulo - SP

Guarda Municpal é morto enquanto trabalhava, em São José. Foto: DIG/Divulgação

A morte do guarda municipal Ricardo da Silva Camargo, 42 anos, executado a tiros na madrugada de ontem quando realizada ronda no Parque da Cidade, coloca em xeque a segurança na área, considerada um dos principais cartões-postais de São José.

Camargo, que estava havia 16 anos na corporação, estava de serviço com um colega e, por volta das 5h, percebeu que bandidos tinham invadido a base da Guarda.Teve início um tiroteio e o guarda teria tentado se refugiar atrás de um veículo. Ele, no entanto, foi atingido pelo menos três vezes.

O guarda foi socorrido pela equipe do Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) e levado para o Pronto Socorro da Vila Industrial, mas não resistiu e morreu. Uma equipe da DIG (Delegacia de Investigações Gerais) de São José foi ao local do crime e realizou a perícia. A suspeita é de que o objetivo dos criminosos era roubar armas e coletes.

A prefeitura cedeu à Polícia Civil ontem as imagens registradas pelas câmeras de segurança instaladas próximas ao ponto do parque em que ocorreu o assassinato.
Nesta quinta, o delegado titular da DIG, José Henrique de Paula Ramos, afirmou que ainda não havia informações concretas a respeito do caso e que a equipe de homicídios já estava em busca de pistas.

Este ano, quando está sendo celebrado o aniversário de 20 anos do parque, a prefeitura reforçou o esquema de vigilância, instalando uma inspetoria da Guarda no local. A prefeitura de São José lamentou a morte.

Insuficiência. De acordo com o diretor do Sindicato dos Servidores Municipais de São José, Danilo Marque da Silva, a Guarda está sucateada e precisaria de mais de 1.000 homens para realizar a patrulha de uma cidade como São José.

“A Guarda está sucateada e numa situação de mazela, dos 330 homens que temos, apenas 80, 90 deles trabalham por dia. A culpa não é da corporação, a culpa é do governo que só faz promessas e não cumpriu nenhuma delas. Hoje, nós temos menos de um terço de guardas para colocar no posto e não damos conta, não temos estrutura”, afirmou Silva.

Por ovale

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